O que as mulheres querem

O que as mulheres querem

A comédia romântica francesa O que as mulheres querem – Sous les joupes des filles  retrata as histórias amorosas de onze mulheres diferentes. A comédia  tem previsão de estréia para julho no Brasil.

O elenco principal conta com: Isabelle Adjani, Vanessa Paradis, Sylvie Testud, Alice Belaïd e Laetitia Casta.

Sob a direção de Audrey Dana (também atriz e protagonista do filme), a comédia romântica – traz a inconstante vida de onze mulheres que vivem em Paris no início do século XXI.

Umas são mães, outras executivas, outras são as esposas, amantes e tantas outras coisas que no início da primavera francesa convivem com as desilusões que vão aparecendo em seu caminho, buscando a superação através do amor.

Crítica O que as mulheres querem

A comédia O que as mulheres querem foi recebida com opinião dividida pelo público francês. Com atrizes talentosas, o filme, para alguns, retrata com bom humor e delicadeza histórias de desilusões que acometem mulheres do próprio cotidiano universal.

Por outro lado, houve uma recepção negativa por trazer personagens estereotipadas, com alguns temas mais complexos parecendo confusos para a resolução da trama.

A figura feminina fica confusamente vendida entre feminista e o sexo frágil ao mesmo tempo. Por isso, para muitas mulheres que assistem ao filmepodem achar O que as mulheres querem fútil. As mulheres parecem descontroladas e tresloucadas.

Em comparação a Sexy and City

Em comparação ao filme Sexy and City (2008), O que as mulheres querem também retrata a história de mulheres independentes.

Em sua época de estréia no cinema, Sexy and City, que foi um fenômeno mundial no período da série, também foi alvo de críticas divididas. As quatro amigas retratadas na trama deixaram para fãs a desejar.

Foi considerado artificial, com trilha sonora clichê e previsível. Porém, as piadas e a essência simples agradou muitos fãs do gênero de comédia romântica.

Basicamente, Sexy and City bem como O que as mulheres querem parece ter deixado no ar a dúvida de que a mulher é vista na ambigüidade de mulher forte e dona de si, mas extremamente frágil e cheia de inseguranças.

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